segunda-feira, novembro 28
sábado, novembro 26
quarta-feira, novembro 23
Fab!
Kristen Ess, Lauren Conrad e Amy Nadine
Muito provavelmente o melhor do género.
Primeiro o design em si é giríssimo, depois as imagens e vídeos são de uma ternura imensa e as dicas são extremamente práticas e perfeitamente exequíveis por qualquer pessoa.
Apesar de estar escrito em inglês, a escrita é simples e a compreensão está ao alcance de qualquer pessoa (que tenha o mínimo de bases na língua).
segunda-feira, novembro 21
Porque nunca sabemos o dia de amanhã
Nos próximos dias 26 e 27 de Novembro decorre mais uma Campanha do Banco Alimentar. Como sempre, quantos mais voluntários melhor. Não vale a pena adiantar-me sobre a importância desta instituição para a sociedade, porque nos dias que correm é óbvia. Para ajudares, vai aqui.
domingo, novembro 20
Tenho um irmão mais novo que joga futebol. Ontem fui a uma terriola relativamente perto da minha cidade vê-lo jogar.
Fiquei chocadíssima. Não pelo jogo em si, mas pela os seres que constituíam a assistência do adversário. Digo desde já, gente do mais básico e ignorante que há.
Para além da linguagem ordinária, conseguiram em pouco menos de duas horas fazer comentários de racismo, não só dirigidos a miúdos de 15 e 16 anos que apenas gostam de jogar futebol, mas também aos pais dos miúdos que assistiam ao jogo, e ameaçar duas mulheres.
É por isso que eu entendo, e ainda bem que a há, a aversão que essas pessoas das terriolas nutrem face às da cidade. É que eu, em termos cívicos, sociais, intelectuais, sinto-me de facto superior a essas pessoas. Tenho que ser. Não adianta dizer que somos todos iguais, eu não consigo respeitar essas pessoas.
Não quero com isto dizer que toda a gente da cidade seja como eu e também não generalizo o que disse anteriormente para as pessoas das terrinhas. Nada disso. Simplesmente acho que para quem está numa posição inferior em termos de desenvolvimento, estão longe de se mostrarem moralmente merecedores do respeito das pessoas mais evoluídas.
Sem civismo, sem educação, sem tolerância não há respeito. Não há evolução, não há sociedade. Há superioridade de uns em relação a outros. E sempre será assim.
e às vezes penso se realmente não será melhor assim...
quinta-feira, novembro 17
quarta-feira, novembro 16
terça-feira, novembro 15
Como reagiam?
Angelina Jolie
Vocês estão no estágio. Têm um horário flexível, não têm propriamente hora de saída. Gerem o vosso dia conforme a obrigatoriedade de horas semanais.
Vão para o estágio no carro de colegas, são 4 a dividir o combustível.
Duas das vossas colegas têm como hora de saída as 17 horas.
Vocês fazem um esforço para aguentarem até essa hora, são elas que têm a faca e o queijo na mão.
As vossas colegas decidem que têm trabalho para fazer depois da hora. Não vos avisam. Saem do estágio às 18 horas. Já não era a primeira vez que faziam o mesmo. Entram no carro como se nada fosse.
sou só eu que acho isto... mau?
domingo, novembro 13
Pessoas doces e de conversa fácil logo à primeira não me puxam. Ou porque com o tempo se revelam extremamente frágeis e ingénuas ou porque se revelam do mais falso que pode haver.
Aprecio muito mais pessoas reservadas, que não se dão logo a conhecer, que estabelecem uma certa distância de forma inteligente e me faz querer saber mais sobre elas.
Sem ser eu e algumas das minhas amigas, não conheço muita mais gente assim, o que é mau.
quarta-feira, novembro 9
Hard times...
Definitivamente, o Imperatori é o meu mais actual inimigo desde que criou a m*rda da metodologia de planeamento em saúde.
segunda-feira, novembro 7
Quem tudo quer...
Adriana Lima
Eu tenho uma colega que, em paralelo ao que diz respeito ao estágio, está metida em dois projectos. É voluntária numa instituição de apoio a jovens rapazes carenciados e colabora numa associação onde auxilia crianças nos trabalhos escolares. A par disto está a criar uma associação que, embora eu não tenho muito conhecimento sobre o assunto, penso que pretenderá ensinar as pessoas a fazerem trabalho de voluntariado. Penso que seja basicamente isto.
Acho admirável a pró-actividade e empreendedorismo, e gostava muito de conseguir ter metade da capacidade que ela tem para se dedicar a estas actividades. É louvável e efectivamente fazem falta mais pessoas assim.
No entanto, vou sempre acreditar que a quantidade não é tudo, e o sucesso passa muito mais pelo que entregamos de nós e pela qualidade dos nossos contributos. Não me venham com coisas, mas é impossível ser-se realmente bom em alguma coisa tendo tanto em mãos. Vai haver sempre algum aspecto descurado, principalmente pela dificuldade em ter disponibilidade para tudo. Ainda que se faça um trabalho notável em todos os projectos em que se está envolvido, há sempre algo que vai ficar para trás. Nem que seja a vida pessoal, ou no caso, a quase falta dela.
domingo, novembro 6
p.s. - You, again
Catarina Wallenstein
Será que eventualmente te vais aperceber que este silêncio entre nós não vai resolver nada? Claro que não vai. Pelo menos para mim.
Eu preciso é que me fales, assimilar todas as palavras que me dizes ou escreves para te ultrapassar ou para continuar a gostar de ti.
Agora, esta bolha de ar ensurdecedora em pensamentos, silenciosa em ruídos, vazia, deixa-me estanque no ponto onde ficamos. Não é assim que me ajudas a seguir em frente, se for de facto isso que pretendes.
quinta-feira, novembro 3
Marion Cotillard
Não consigo parar de pensar no que a minha gestora pedagógica do estágio me disse hoje. Pelos vistos a senhora, que só me viu sensivelmente três vezes nas últimas seis semanas, acha que eu estou muito instável. Instável emocionalmente, irritada, nervosa...
Onde é que ela vê isso? É algo que vou tentar descobrir, juro.
tenho que pensar seriamente no assunto, pensar se ela tem razão ou não...
Dizem que é o que move o mundo!
Gossip Girl
Eu não sou muito destas coisas mas admito que as cusquices, os diz-que-disse, e as intrigas fazem um excelente trabalho em entreter uma pessoa.
quarta-feira, novembro 2
Há coisas que não tolero,
ou melhor, não tolero a falta delas. A falta de respeito e de consideração pelos outros são duas delas.
Nem acho que seja uma questão de educação, é simplesmente um princípio básico de saber estar, de conviver com os outros.
A falta de respeito e consideração ficam pura e simplesmente mal em alguém. E começo a achar que à minha volta há demasiada gente assim.
Das duas uma, ou o mal é meu embora não esteja a ver bem onde ou realmente há aqui toda a uma série de questões desfavoráveis relativamente aos valores familiares que estão presentes em muita gente da minha geração, e não só unfortunatly.
Eu respeito quem me respeita e evito ao máximo falhar nos compromissos, sejam ela da menor relevância possível, que tenha com quem quer que seja. E espero o mesmo.
Logo, há aqui algo que não bate certo.
terça-feira, novembro 1
Subscrever:
Comentários (Atom)