Se há coisa que me faz confusão é o "não há mais nada a fazer" ou o "já fizemos tudo o que podíamos". Os familiares dos doentes ouvem, impotentes, que ao seu familiar só lhe resta falecer. Mas lá está, impotentes, porque o Saber não está nas suas mãos. E se há coisa que me incomoda muito é a impotência....
E depois eu assisto a algumas situações e penso se realmente foi feito tudo o que era possível, ou pelo menos de que forma foi feito. Será que foi mesmo feito o possível? É que caramba, de entre tantas técnicas, tantas tecnologias, tanta ciência, como é que se desiste de um doente por já não haver nada a fazer...
E já não há nada a fazer porquê? Como é que as coisas se procederam, o que correu mal (oh e quantas vezes as coisas correm mal...!)?
Faz-me confusão, a desistência pela recuperação dos doentes. Imagino aos familiares que nada percebem do assunto...
Até onde podemos ir por alguém... É, no fundo, a minha questão.