segunda-feira, setembro 24

Também quero falar sobre os Emmy!

HOT

Parece que pouca gente gostou de ver a Julliane Moore neste vestido mas eu adorei . Super elegante!
Heidi Klum maravilhosa como sempre! Nada a apontar.

Também em amarelo, a Julie Bowen esteve muito bem.
Gostei muito do padrão do vestido da Julianna Margulies.
A Sarah Hyland com muita classe.
Apesar de não gostar propriamente da forma como termina, mais propriamente daquele forro, não desgostei de ver a Ginnifer Goodwin neste vestido.

NOT so much

Toda a gente pareceu gostar da Sofia Vergara neste vestido, no entanto achei que lhe deu um ar um pouco vulgar... Já a vi melhor! Love her anyway!
Não outra vez, Nicole...
Christina Hendricks, na na na! Não suporto a cor nem o cinto.
A Christine Baranski já devia ter mais noção da idade. Ainda assim, não desgosto do vestido.
Péssima, Mayra Veronica!
Ashley Judd num vestido muito pouco actual.
[gritos] Ahhhhhhhhhhh! - Lena Headey
Kat Dennings com um ar tão tristeee...

De uma forma geral, achei que a passadeira vermelha até não esteve muito fraca, e agradou-me vê-la inundada por amarelo!

domingo, setembro 23

Family


A minha bisavó paterna de 95 anos está no hospital, devido a uma infecção na vesícula.
Sendo uma pessoa que viveu todos esses anos na mesma aldeia e na mesma casinha de pedra, e que o único bem que possui é uma extensa e dispersa família, é talvez a pessoa mais pura, humilde, simples e humana que conheço. Toda a gente a adora e tem grande estima por ela, eu apesar de só a ver praticamente uma vez por ano, não sou excepção. Logo, esta situação toca-me porque gostava que, apesar da já tão avançada idade, ela vivesse mais uns aninhos... Até porque é bastante independente com a sua bengala e é completamente lúcida.
Hoje fui visitá-la, reconheceu-me logo. Após uns minutos de conversa, dei-lhe um beijo na mão enrugada porque as grandes encravadas da cama não me deixaram alcançar o rosto e dei lugar à visita seguinte.
Não sei se ela vai resistir, eu penso que sim, e portanto esta pode ter sido uma oportunidade de vê-la pela última vez, ainda que o cenário não seja assim tão negro. Fiquei feliz porque sendo esta a última imagem que tenho dela, será certamente uma boa recordação. E conformo-me com isso, racionalmente sei que o curso natural da vida está ser cumprido.

No entanto, não pude deixar de pensar na forma como encararei a morte das minhas avós que ainda estão nos 70 (a passar ligeiramente).
Sei que sofrerei com a morte das duas e terei saudades de ambas. Mas também sei que a dor não será a mesma, simplesmente porque a ligação com cada uma é diferente.
Não sei se estarei correcta em pensar isto, mas não posso esconder que a relação com a minha avó paterna é muito mais distante, menos sólida. Diz-se que há sempre um maior contacto com a família materna, e no meu caso é bem verdade.
A minha avó paterna sempre demonstrou diferença entre mim e o meu irmão e os meus dois primos mais velhos. Qualquer um vê isso. Nunca teve disponibilidade de me ir ver na patinagem, de ir a uma festa de natal da escola, nem sequer à minha última queima das fitas. Nunca foi ver um dos espectáculos da escola de música do meu irmão nem nunca foi vê-lo ao futebol. E acredito mesmo que nem sequer tenha vontade de o fazer. O mesmo já não aconteceu com os meus outros primos, nem mesmo com os dois filhos de um deles. Aceito com naturalidade e jamais cobrarei isso.
Essencialmente porque tenho a minha avó materna para compensar. Que é a avó Rosa que trata todos os 9 netos por igual e nutre por cada um deles o mesmo imenso orgulho.

Portanto, não posso ser hipócrita e dizer que a falta que me farão será a mesma, porque tenho a certeza que não será.

sábado, setembro 22

Normalidade


Gosto de ir à varanda do meu quarto e encontrar a minha prima na dela. Toda a vida vivemos perto uma da outra, e gosto disso porque é confortável.
Na minha família materna é assim, andamos sempre em cima uns dos outros, quase como uma pequena comunidade cigana.
Sempre foi assim e espero que sempre o seja.
Não há nada melhor que crescer rodeado de tios, tias, primos, irmãos. Cresci assim e quero que, um dia, os meus filhos possam ter esse privilégio.

quinta-feira, setembro 20

Pois...


Eu estava a apostar tudo em ti, porque estavas a ser a pessoa certa. Até agora.


Come back and prove me I wasn't wrong, please.

domingo, setembro 16

These days...

Barbara Palvin

Chegas a uma altura da tua vida em que já não esperas nada, em que sonhas mas não crias expectativas irrealistas, e vives permanentemente com os pés bem assentes na terra.
Em que te é irrelevante o que os outros esperam de ti, porque a prioridade deixa de ser integrares-te no que quer que seja e passa a ser preservares o que de mais valioso tens.
Em que deixas de te importar se determinada pessoa gosta ou não de ti, porque não tens personalidade para andar a implorar a aceitação dos outros. Em que só queres na tua vida quem realmente dela quer fazer parte.
E então começas a conhecer toda a liberdade que detens para ser tu própria sem estares amarrada a um futuro incerto, sem ansiedades e sentimentos de frustração. E passas a aceitar tudo o que te a vida te vai dando, tirando todas as lições e ensinamentos possíveis.
E vais crescendo e compreendendo que, na verdade, tens controlo sobre muito pouco.

quarta-feira, setembro 5